A GESTÃO COMO ESTRATEGIA PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL
Gestão Empresarial um novo modelo de administração.
A palavra gestão é análoga á administração, porém, propõe um modelo mais amplo e sugestivo de inovação, por ser compreendida como uma atividade empreendedora, de alguém que esteja engajado num empreendimento viável, ou uma idéia de um produto ou serviço que responda ás expectativas de mudança e valorização econômica na dinâmica da sociedade atual. Outro conceito que podemos associar á gestão é a mudança no paradigma das organizações que estão abrindo espaço para flexibilidade aceitando mudanças e apoiando a participação de seus contribuintes, compartilhando informações e conhecimento na disseminação de melhores práticas. As grandes transformações políticas, econômicas, sociais e tecnológicas associadas ao crescimento da competição de mercado, e a demanda de qualidade, á pedido da clientela, levam as organizações a valorizarem á informação, o conhecimento e a inteligência, como recurso estratégico e valioso no desenvolvimento das suas relações.
A RESPONSABILIDADE SOCIAL DIANTE DE UM MODELO DE GESTÃO EMPRESARIAL.
Há muito tempo as empresas buscam modelos para definir as suas atuações e estabelecer programas próprios diante da responsabilidade social. Vale lembrar que a bem sucedida experiência empresarial destacadas pela mídia, ampliaram a conscientização de que as empresas são determinantes diante da iniciativa de se atenuar as diferenças sociais. Ao se organizar para desenvolver um trabalho social, as empresas devem estabelecer um foco, pois suas atitudes não devem ter como objetivo a substituição grandes empreitadas - que é obrigação do Estado e devem representar uma contribuição dirigida às enormes carências da coletividade e a preservação do meio ambiente. A falta desse foco restringe as ações sociais da empresa, tornando-as sem vínculos de identificação organizacional e emocional com seus diretores, e no caso, os funcionários. Isso pode acabar sendo entendido apenas como patrocínio, e desvirtua o sentido da responsabilidade social.
Foco é parte de um modelo de gestão. Muitas vezes ao abordar temas não diretamente ligados ao business da empresa, sobretudo aqueles que envolvem práticas cidadãs, os administradores não se atentam à necessidade de um modelo de gestão para tratá-los.
A responsabilidade social não deve ser interpretada como peça à parte do modelo de gestão da empresa. Deve ser a sua extensão.
A uniformidade das práticas de gestão, tanto para os negócios como para a responsabilidade social, é o que diferencia de uma empresa-cidadã, nos estudos relacionados a competitividade daquelas que praticam atividades sociais sem maiores compromissos. O correto é transformar e consolidar os programas sociais em processos, com referenciais de qualidade, de produtividade, de desempenho e de melhoria contínua, dentre outros.
A responsabilidade social passa cada vez mais a ser compreendida como estratégia empresarial. A variedade de suas formas facilita a adequação e a conformidade com o modelo de gestão praticado, e a cultura organizacional, considerados também os valores compartilhados.
Compreender um modelo sustentável de responsabilidade social é conhecer quando a empresa define seu planejamento estratégico, pois a empresa-cidadã incorpora o relacionamento com seus clientes, com a comunidade em geral e a defesa do meio ambiente no cotidiano de suas atividades. É a cidadania empresarial fundamentada no comprometimento organizacional. Dessa forma, a criação de mecanismos que permitam dimensionar e comparar as ações sociais corporativas, por meio de indicadores, é uma tendência que reforça a qualidade dos modelos de gestão. A prática da cidadania empresarial deve ser estruturada e ao mesmo tempo funcional, o que amplia a colaboração dentro da empresa, unindo as competências e otimizando recursos.
A profissionalização do terceiro setor é uma realidade. As universidades mais renomadas do País estão lançando cursos de formação de gestores para o segmento, buscando capacitá-los para agir de modo empresarial sobre os recursos disponíveis, há apenas a necessidade de uma valorização maior no grau de escolarização e formação de lideres dentro das organizações publicas, incentivando assim a busca pela profissionalização.
Como há longo tempo ocorre nos países mais desenvolvidos, de forma consistente e global, a cidadania empresarial brasileira está expandindo sua contribuição para a redução das diferenças sociais, que deve ser administrada com competência, e qualidade para garantir a regularidade das ações comunitárias e assistir com mais responsabilidade a população socialmente excluída.
Criando uma conduta mais responsável diante dos projetos governamentais provavelmente se formarão mais opiniões mais estratégicas para o resgate da divida social.
Foco é parte de um modelo de gestão. Muitas vezes ao abordar temas não diretamente ligados ao business da empresa, sobretudo aqueles que envolvem práticas cidadãs, os administradores não se atentam à necessidade de um modelo de gestão para tratá-los.
A responsabilidade social não deve ser interpretada como peça à parte do modelo de gestão da empresa. Deve ser a sua extensão.
A uniformidade das práticas de gestão, tanto para os negócios como para a responsabilidade social, é o que diferencia de uma empresa-cidadã, nos estudos relacionados a competitividade daquelas que praticam atividades sociais sem maiores compromissos. O correto é transformar e consolidar os programas sociais em processos, com referenciais de qualidade, de produtividade, de desempenho e de melhoria contínua, dentre outros.
A responsabilidade social passa cada vez mais a ser compreendida como estratégia empresarial. A variedade de suas formas facilita a adequação e a conformidade com o modelo de gestão praticado, e a cultura organizacional, considerados também os valores compartilhados.
Compreender um modelo sustentável de responsabilidade social é conhecer quando a empresa define seu planejamento estratégico, pois a empresa-cidadã incorpora o relacionamento com seus clientes, com a comunidade em geral e a defesa do meio ambiente no cotidiano de suas atividades. É a cidadania empresarial fundamentada no comprometimento organizacional. Dessa forma, a criação de mecanismos que permitam dimensionar e comparar as ações sociais corporativas, por meio de indicadores, é uma tendência que reforça a qualidade dos modelos de gestão. A prática da cidadania empresarial deve ser estruturada e ao mesmo tempo funcional, o que amplia a colaboração dentro da empresa, unindo as competências e otimizando recursos.
A profissionalização do terceiro setor é uma realidade. As universidades mais renomadas do País estão lançando cursos de formação de gestores para o segmento, buscando capacitá-los para agir de modo empresarial sobre os recursos disponíveis, há apenas a necessidade de uma valorização maior no grau de escolarização e formação de lideres dentro das organizações publicas, incentivando assim a busca pela profissionalização.
Como há longo tempo ocorre nos países mais desenvolvidos, de forma consistente e global, a cidadania empresarial brasileira está expandindo sua contribuição para a redução das diferenças sociais, que deve ser administrada com competência, e qualidade para garantir a regularidade das ações comunitárias e assistir com mais responsabilidade a população socialmente excluída.
Criando uma conduta mais responsável diante dos projetos governamentais provavelmente se formarão mais opiniões mais estratégicas para o resgate da divida social.
Resenha da produção de:Elcio Anibal de Lucca membro do Conselho Fiscal do Instituto Akatu e presidente da Serasa.


Precioso también me he suscrito para seguirlo
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