A CRISE NO BRASIL
A CRISE NO BRASIL
Estamos vivendo um momento de
crise econômica no Brasil, e todos, principalmente a classe menos favorecida
sofre as consequências, principalmente porque o governo estuda formas de voltar
a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) o
tão temido e falado imposto do cheque. Segundo os economistas é a única medida
que pode resolver o problema de uma vez só trazendo para os cofres da Maquina
Administra cerca de quase 100 bilhões de reais, o que representa um superávit de
1,2% do PIB (Produto Interno Bruto). Essa
alternativa nos remete a questionar como nós Brasileiros, contribuintes,
trabalhadores e mais afetados pela crise só somos lembrados quando é para pagar
alguma coisa, e cortar gastos, é porque na realidade a única camada social que
corta gastos é a menos favorecida, que por conta da crise o valor do salário deixa
de acompanhar o aumento dos preços dos produtos, principalmente os gêneros de
primeira necessidade. Para Einstein a
crise torna as pessoas mais criativas e estratégicas, porém ele parece remeter
o seu pensamento á todas as camadas da sociedade, mas diante de situação atual
em que se encontra o nosso país verificamos que em termos de invenções para encontrar
as saídas e as soluções na crise, o talento e a criatividade fica para os menos
abastados e a incompetência acaba retratada nos murais do Governo.
“A crise é a melhor benção que
pode ocorrer com as pessoas e os países, porque a crise traz progressos”. A
criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise
que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem
supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise
seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos
problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O
inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e
soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina,
uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de
cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o
conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos “de uma vez com a única
crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la” (Albert
Einstein)




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